Empresa brasileira aposta em IA e Claude Code para elevar engenheiros ao papel de arquitetos, visando produtividade e eficiência no setor de saúde.
A Alice, conhecida por seu trabalho no setor de saúde, deu um passo ousado rumo ao futuro tecnológico. A empresa anunciou que passará a adotar a inteligência artificial como camada principal para o desenvolvimento de software em toda a sua engenharia. O movimento visa transformar o papel dos engenheiros, tornando-os menos executores de tarefas repetitivas e mais arquitetos estratégicos de sistemas.
Para essa missão, a companhia selecionou o Claude Code, da Anthropic, para atuar como o braço direito de suas equipes. O objetivo é claro: acelerar a entrega de produtos e reduzir custos operacionais. Segundo André Florence, CEO da Alice, o engenheiro moderno deve ser como o Neo de Matrix: capaz de enxergar o código por trás da interface e prever falhas antes que elas aconteçam.
A mudança já apresenta números promissores após um período de testes. Durante um piloto com seis engenheiros, a equipe registrou uma redução de 40% no tempo de resolução de bugs e um aumento de 20% no volume de entregas. A meta ambiciosa é que 100% do time de negócios alcance fluência em IA até agosto de 2026, utilizando também o Claude Cowork para otimizar fluxos de trabalho diários.
Com esse reposicionamento, a Alice não busca apenas eficiência técnica, mas uma integração profunda da engenharia com áreas como finanças e RH. A ideia é que, ao dominar novas ferramentas, o profissional de tecnologia consiga atuar em uma velocidade superior, ajudando a empresa a crescer sem a necessidade de uma expansão proporcional em sua estrutura administrativa.




















































































